Como a automação logística reduz o custo por pedido e aumenta a margem operacional

Entenda o impacto de sorters, esteiras e intralogística nos principais indicadores de performance do supply chain.

De acordo com o ILOS (Instituto de Logística e Supply Chain), os custos logísticos no Brasil consomem entre 12% e 13% do PIB, um grande contraste frente aos cerca de 8% registrados nos Estados Unidos. Embora o transporte lidere as despesas, os gastos com estoque e armazenagem crescem exponencialmente, impulsionados pela valorização do metro quadrado e pela escassez de mão de obra qualificada.

Para o gestor de supply chain, o impacto é direto: se o custo por pedido não for controlado na origem, dentro do Centro de Distribuição (CD), a margem operacional é consumida por ineficiências antes mesmo do produto chegar ao caminhão.

O que mais impacta a margem operacional?

Os principais gargalos de rentabilidade nos Centros de Distribuição estão concentrados na movimentação ineficiente e no retrabalho. Em sistemas exclusivamente manuais, estima-se que até 60% do tempo dos operadores seja consumido apenas em deslocamentos internos, sem agregação de valor real a etapas críticas como a triagem e a expedição.

Nesse cenário, a automação logística consolida-se como a principal ferramenta para combater o Custo da Inércia: o preço invisível de manter processos obsoletos enquanto o mercado exige entregas no mesmo dia (Same Day Delivery).

Sorters e esteiras na prática

A sistematização do fluxo intralogístico atua diretamente em dois pilares fundamentais para a performance:

Redução do Order-to-Cycle Time: O uso de esteiras reduz o tempo total de processamento do pedido. Soluções como as Esteiras Transportadoras da Pitney Bowes garantem vazão acelerada em qualquer etapa da operação e são adaptáveis a diversos layouts, eliminando pontos de estagnação no fluxo de mercadorias.

Escalabilidade sem contratação: Equipamentos como o OneShip Sorter® permitem aumentar a vazão de pedidos sem a necessidade de novos recrutamentos, mesmo em picos sazonais. Com capacidade de triagem automática de até 6.000 volumes/hora, o sistema unifica pesagem, medição e classificação por destino ou produto. O resultado é uma operação livre de erros manuais de cubagem, com dados precisos e uma redução nos custos operacionais totais.

Da gestão à margem operacional

A previsibilidade é o que sustenta o ROI da automação logística. Ao integrar tecnologias inteligentes ao CD, o custo por pedido é reduzido através de três frentes:

  1. Padronização: Processos automatizados eliminam as oscilações de produtividade típicas do trabalho manual, garantindo estabilidade operacional.
  2. Acuracidade de dados: A captura precisa de peso e medidas evita cobranças excedentes de frete e assegura que o faturamento do serviço seja exato.
  3. Diluição de custos fixos: O aumento do volume processado no mesmo espaço físico reduz o custo unitário por pacote.

Conclusão: o próximo passo para a eficiência

A automação logística é a defesa definitiva contra a inflação dos custos operacionais e a pressão por prazos de entrega cada vez mais curtos. Investir em soluções que unificam velocidade e precisão técnica é o alicerce para garantir a escalabilidade e a rentabilidade do seu negócio em um mercado em constante evolução.

Sua operação está preparada para reduzir o custo por pedido e maximizar a margem?